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A Pequena Reikiana

Um blog de uma reikiana em constante aprendizagem...

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O porquê de uma sessão não ser o suficiente

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Muitas pessoas procuram o Reiki e tomam a decisão de experimentar uma sessão. Contudo, raramente uma única sessão é suficiente para a pessoa se sentir melhor e tratar dos seus problemas, daí, por vezes, se dizer que o Reiki não funciona.

 

Pois não. Se tomarmos só um antibiótico a infecção também não passa. Se formos só uma vez ao psicólogo o nosso problema não vai desaparecer. No Reiki é igual.

 

Da mesma forma que alguém com uma doença tem de ir regularmente ao médico, também os pacientes que procuram o Reiki devem ter consultas regulares. Até porque a maioria da população que procura esta terapia complementar tem algum problema, seja físico ou mental.

 

Embora haja situações graves que exigem um esforço extra, quer por parte do paciente quer do terapeuta, em que são necessárias, por vezes, duas sessões por semana, o mais comum é uma sessão por semana ou de 15 em 15 dias. Apenas assim se pode ter a certeza se o Reiki está a ter os efeitos desejados ou não.

 

Há até casos de pessoas que só depois da terceira ou quarta sessão, independentemente do intervalo de tempo que passou, é que sentem verdadeiramente algo a mudar. Isto não quer dizer as primeiras sessões não tenham tido efeito, apenas significa que a pessoa não estava acostumada à energia e que o corpo levou o seu tempo próprio para aceitar esta nova energia revigorante.

 

E isto não é apenas divagar. Vários estudos comprovam que para algo ter efeito, seja o que for, o nosso corpo necessita de 21 dias para se habituar.

 

Vários neurocientistas já confirmaram. É possível alterar comportamentos e hábitos em 21 dias. O porquê de serem 21 dias, no mínimo, é algo inconclusivo mas uma pequena procura do Google sobre o tema verá que são muitos os que defendem esta teoria.

 

O primeiro a descobrir tal facto foi Maxwell Maltz, médico cirurgião que, na década de 50, descobriu um padrão interessante nos seus pacientes. Especialista em amputações e cirurgias plásticas, Maxwell Maltz notou nos seus pacientes um padrão: a grande maioria deles demorava, pelo menos, 21 dias a se acostumar com as mudanças.

 

Mais tarde, outros estudos foram feitos. A pesquisadora Phillippa Lally, da University College London, também se debruçou sobre o assunto e realizou um estudo com 96 pessoas por um período de 12 semanas para clarificar o tempo que demorava os hábitos a se formarem no indivíduo.

 

As conclusões a que chegou a pesquisadora foram de que os hábitos podem levar, em média, 66 dias para se formarem, dependo da situação. Entre os pacientes observados alguns demoraram 18 dias, outros 254 dias para mudarem hábitos, mais ou menos complicados.

 

Estes estudos comprovam, de facto, que é necessário um tempo para que o corpo se apercebeça das mudanças, e que não devemos desistir só porque não vemos resultados imediatos, seja no que for.