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A Pequena Reikiana

Um blog de uma reikiana em constante aprendizagem...

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A legalização da canábis e as terapias complementares

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Não. Antes que digam seja o que for, a legalização da canábis para fins terapêuticos nada tem a ver com as terapias alternativas ou complementares. Mas o facto de hoje ter estado em debate na Assembleia da República fez-me pensar que, quem sabe, um dos próximos debates seja a introdução das medicinas alternativas e complementares no Serviço Nacional de Saúde.

 

Talvez seja uma ideia muito utópica, mas acredito, ou melhor, quero acreditar, que isso vai acontecer, e em breve. O facto de, finalmente, a sociedade estar a mudar, estar a aceitar outras formas de tratamento para doenças, não só da mente mas também do corpo, faz-me ficar feliz e acreditar que, um dia, a medicina será totalmente diferente da que é agora.

 

E isso é visível. Ao longo dos últimos anos, têm sido inúmeros os países e os médicos a aceitarem novas terapias, novos conceitos e novas formas de tratamento que não as que vêm nos livros desde sempre. A mudança é sempre positiva neste sentido e, por algum motivo, as terapias complementares como o Reiki estão a ser cada vez mais aceites e até aconselhadas por médicos formados em medicina tradicional ocidental.

 

É certo que há coisas que nunca irão mudar. Serão sempre necessários medicamentos, operações, exames, e tratamentos específicos. Mas também é verdade que cada vez mais gente foge, o máximo que pode, desse sistema quase cíclico, que não vai propriamente à fonte do problema, apenas elimina as suas consequências.

 

E aqui está, para mim, uma das principais diferenças entre a medicina tradicional e a medicinal alternativa ou complementar. Enquanto a primeira define uma doença pelos seus sintomas e prescreve um tratamento para isso, a medicina alternativa/complementar tenta descobrir a verdadeira causa da doença, e tratá-la a fundo. Daí considerar, cada vez mais, que as duas juntas, prestariam um melhor serviço à população em geral.

 

Há que dar escolha às pessoas. Não limitar as suas possibilidades de tratamento. Até porque com a Internet a forma como a informação nos chega é tão fácil que há inúmeras possibilidades à espera de serem testadas. Basta querer.

 

Como disse no início, a canábis nada tem a ver com as terapias alternativas/complementares, já que é sabido que apesar das suas vantagens medicinais (comprovadas por estudos), a canábis também tem algumas contraindicações. Pelo contrário, as terapias alternativas ou complementares não têm qualquer contraindicação nem efeitos secundários.

 

Não são, portanto, comparáveis. Mas ao ver o debate, tive um vislumbre do que poderá acontecer com as medicinas alternativas/complementares, a curto prazo. E gostei desse vislumbre.