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A Pequena Reikiana

Um blog de uma reikiana em constante aprendizagem...

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A aceitação do Reiki

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A verdade é mutável. Durante anos acreditou-se que algo fazia bem. Depois, estudos vêm demonstrar o contrário. Primeiro, beber café fazia mal. Depois, beber três cafés por dia já podia prevenir AVC's. Só para dar um exemplo fácil de onde quero chegar.

 

Então, por que duvidar do Reiki, ou de outras terapêuticas complementares só porque são "novidade"? Até hoje, não são conhecidas contrapartidas ao Reiki. Pelo contrário, os seus benefícios são cada vez mais divulgados e comprovados.

 

Todos os casos de que tenho conhecimento de pessoas que "reagiram" mal ao Reiki têm sempre uma explicação bastante lógica. Ou passaram por crises de cura mais fortes, porque assim era necessário, e não lhes foi explicado isso devidamente, acabando por ficarem com a ideia de que a sessão teve o efeito contrário, ou fizeram uma iniciação sem acompanhamento e não souberam lidar com as consequências da mesma.

 

Infelizmente, isto é mais comum do que se possa pensar e apenas faz gerar ainda mais confusão na cabeça dos portugueses. Nos casos que referi acima, a culpa é, sem dúvida, do terapeuta ou mestre de Reiki que não soube explicar. Contudo, isso gera o "boca-a-boca", o que leva muita gente, que nunca teve qualquer contacto com o Reiki, a tirar conclusões precipitadas e erradas.

 

Ao longo do meu percurso, e com este blog, tento precisamente combater isso, e dar a conhecer o que é, de facto, o Reiki, sem enfeites nem palavras bonitas. Porque o Reiki é isso mesmo: simples.

 

Uma coisa que me deixa inconformada e a pensar, é o facto de, por exemplo, no Brasil, este tipo de terapias serem tão comuns que já ninguém estranha. Pelo contrário, estão incluídas no Serviço Nacional de Saúde brasileiro, um passo que demonstra o alcance e credibilidade que certas terapias complementares, como o Reiki, estão a atingir no mundo.

 

Claro que a mentalidade brasileira é bastante diferente da portuguesa, mas acho que, nestes casos, não deveria haver diferenças, já que a técnica é igual, os benefícios, iguais... Apenas a aceitação é diferente.

 

Da mesma forma, nos EUA, por exemplo, alguns estudos já demonstraram que uma grande fatia da população americana já recorre a terapias e medicinas alternativas antes mesmo de procurar os médicos tradicionais. Isto também não me parece correto, dado que alguns dos casos envolvem cancros e doenças similares, mas é compreensível, pela dificuldade de acesso médico nos EUA e pela facilidade com que as medicinas alternativas ou complementares estão a ser aceites.

 

Então, porque é que em Portugal se continua a duvidar ou colocar totalmente de parte esta realidade? Será por falta de conhecimento? Será por falta de regulamentação? Ou será porque a mentalidade portuguesa, infelizmente, ainda não consegue perceber que há outras opções que nada, repito, nada têm a ver com a bruxarias ou macumbas?

 

Como já disse, não concordo que a medicina dita tradicional seja colocada de parte. Ela tem vindo, ao longo dos últimos anos, a ter avanços notórios e é realmente necessária em muitos casos. Não deve, por isso, ser totalmente colocada de parte, principalmente em doenças mais graves. Mas deve ser questionada, e sim, pode e deve ser complementada com outras terapias, que apenas vão potenciar, muitas vezes, os efeitos de recuperação ou ajudar a aliviar efeitos secundários negativos, como no caso das quimioterapias ou radioterapias.

 

Resumindo, penso que as medicinas tradicionais não devem ser substituídas totalmente pelas medicinas e terapias alternativas, onde se insere o Reiki, mas acho que está mais que provado que são uma mais-valia e que devem ser usadas, seja em complemento, seja para tratar algo que não necessite de cuidados médicos específicos.

 

Até a Organização Mundial de Saúde já aceita as terapias complementares como o Reiki. Vamos lá Portugal. Fomos pioneiros em tanta coisa, vamos deixar-nos ficar para trás agora?