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A Pequena Reikiana

Um blog de uma reikiana em constante aprendizagem...

A Pequena Reikiana

Um blog de uma reikiana em constante aprendizagem...

A sede do conhecimento e as suas consequências...

Junho 20, 2018

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Há quem tenha sede de poder, sede de fama ou de reconhecimento... eu, admito, tenho sede de conhecimento. É algo que sempre me acompanhou, sempre quis saber mais, sempre fui aquela criança que fazia as perguntas difíceis e inconvenientes.

 

À medida que fui crescendo, fui descobrindo interesses diversos e fui aprendendo sobre eles, misturando coisas que nada tinham a ver mas que, vendo bem, me deram um pouco do conhecimento geral que hoje agradeço ter.

 

Mas agora, mais adulta e, talvez, mais madura, tento-me focar apenas em um interesse de cada vez. Mas é difícil! Muito difícil! Quem me conhece sabe que quando me interesso ou estou entusiasmada com alguma coisa, só vejo aquilo à minha frente e o resto passa-me ao lado. Enquanto não ler tudo o que puder, enquanto não tirar cursos e mais cursos, enquanto não tiver a minha sede de conhecimento sobre aquele assunto totalmente saciada, não fico descansada.

 

Mas a verdade é que me deparo, novamente, com vários interesses em simultâneo. Uns porque foi necessário, outros porque é a continuação de algo que iniciei, outros porque me aparecem e despertam a minha curiosidade. E, honestamente, já não sei para que lado me virar...

 

Se vos mostrasse a quantidade de livros que tenho para ler, acho que se assustavam. Ou então diriam que era louca... Principalmente pela variedade de temas. Mas o engraçado é que todos eles se complementam, de uma forma ou de outra, e isso tem-me feito acreditar que estou no bom caminho, que estou realmente a aprender cada vez mais e que tudo se encaixa.

 

Posso-vos adiantar que, neste momento, tenho vários interesses em mãos... alguns dos quais há muito que quero abordar aqui no blog mas, devido à quantidade de informação, não sei bem por onde começar... Mas por algum lado terá de ser, e, provavelmente, deixarei que seja a minha vontade de escrever sobre algo a falar mais alto do que a parte crítica de querer explicar tudo direitinho.

 

Tudo isto, todas estas explicações, servem para dar não só uma justificação pela minha ausência mas também para dizer que ela poderá durar um pouco mais. O tempo, infelizmente, não chega para tudo o que quero fazer e o facto de precisar de trabalhar e dormir também não ajuda. :) 

 

A sede de conhecimento tem as suas consequências e, além do investimento que é necessário, também exige muito tempo e dedicação. Numa simples frase: falta-me tempo para tudo o que quero!

 

Por isso, a todos que me seguem, as minhas desculpas por andar mais ausente do blog e não colocar tantos textos como aqueles que gostaria. Mas deixo-vos com a promessa que veem aí coisas diferentes e que espero que gostem.

 

Além disso, há também temas que me têm sido sugeridos e eu agradeço de coração a quem o faz, não só porque às vezes não sei se devo falar de alguma coisa ou não, como, por vezes, a inspiração não está nos seus melhores dias. Por isso, sintam-se à vontade para me deixar sugestões de temas que gostariam que abordasse, sob o meu ponto de vista e os poucos conhecimentos que ainda tenho.

 

Grata a todos!

 

 

Algumas das alterações depois de sermos iniciados

Junho 16, 2018

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Há uns tempos, uma amiga minha desafiou-me a escrever sobre as mudanças sentidas após a iniciação no Nível III. Na altura, achei que não era o momento ideal, principalmente porque era muito recente e eu própria ainda estava a tentar compreender tudo o que estava a acontecer. Mas agora, passado algum tempo, começo a entender cada vez mais essas mudanças, e a entender que são, realmente, progressivas e que continuarão durante toda a vida.

 

De facto, percebi que o Nível III nunca acaba para um reikiano. Podem passar meses, anos, e continuamos a aprender. O processo é esse mesmo, agora entendo. Continuar sempre a aprender mais e mais, seja sobre vários assuntos seja sobre o próprio processo que cada um de nós passa após essa iniciação.

 

Neste texto, decidi falar sobre uma das principais alterações de comportamento que senti após o Nível III de Reiki. Foi algo gradual, que, vendo bem, até começou no Nível II, mas que tomou proporções gigantescas após o Nível III. Falo da minha dificuldade em me calar, em guardar as coisas para mim, em não dizer aos outros o que penso.

 

Tenho tentado lutar, sem sucesso, contra isso. Tenho tentado aprender a estar mais calada, mas sendo eu uma pessoa que sempre teve o coração perto da boca, parece que fiquei pior. Mas o engraçado, se é que algo nisto é engraçado, é que apenas me acontece isto quando algo me tira realmente do sério ou quando uma situação ou uma pessoa reage de forma menos positiva para comigo ou me magoa de alguma forma.

 

Ultimamente, se alguém me fizer algo, ao contrário de guardar para mim ou simplesmente tentar ignorar, sinto uma enorme necessidade de "deitar tudo cá para fora" e, na verdade, só consigo ficar bem e me recompor depois disso acontecer. Sinto uma enorme necessidade de dizer o que sinto, o que me magoa, o que penso sobre certos assuntos, mesmo que, por vezes, até possa ser bastante dura ao me pronunciar. Mas sinto essa necessidade, é algo físico, que enquanto não sai não me deixa descansar.

 

Não acontece com toda a gente. Há aquelas pessoas que simplesmente ignoro, não dou importância e continuo a minha vida. O problema são os que estão mais próximos, os que gosto, os que me acompanham nesta jornada. É com esses que sinto esta necessidade, como se só depois disso conseguisse voltar a ser eu própria. Após dizer tudo o que "está entalado", fico bem, fico em paz.

 

Não sei se isto acontece com mais reikianos, mas parece que o meu chakra da garganta está "on fire" e não consegue mais "fechar-se" por muito que eu tente. Se me tem trazido alguns dissabores? Tem, sem dúvida. Principalmente porque a maioria das pessoas não está habituada a ouvir certas verdades na cara. Mas sei que é necessário, já compreendi que, para mim, é necessário e benéfico. E quem está à minha volta, terá de se habituar a essa mudança que parece que chegou para ficar.

 

 

Não há coincidências

Maio 29, 2018

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Se nunca fui pessoa de acreditar muito em coincidências, hoje, tenho a certeza que elas não existem. Nada na nossa vida acontece por mera coincidência. Rigorosamente nada.

 

Não há coincidências. Simplesmente, não há. Não há uma única situação na nossa vida que não faça sentido de alguma forma, que não tenha servido para algo ou para aprendermos alguma coisa. Não há uma única pessoa que tenha entrado na nossa vida que não viesse com um propósito, mesmo que ainda não o tenhamos descoberto.

 

Cheguei à conclusão que tudo o que acontece na nossa vida tem um motivo, um propósito. Tudo! Aquela pessoa que conhecemos por acaso e que sentimos uma ligação que não conseguimos explicar, aquela pessoa que conhecemos há imensos anos e que, mais tarde, nos apresentou alguém quando precisávamos exatamente de uma pessoa assim, ou aquele colega com quem trabalhamos durante um tempo e que desapareceu para, mais tarde, aparecer na altura exata em que fazia sentido porque passava por algo semelhante ao que estavamos a passar...

 

Se fizermos uma análise a todos os nossos relacionamentos, veremos que todos acabam por ter um motivo. Mesmo aqueles menos bons, porque também existem e não os podemos menosprezar, tiveram a sua razão. Aprendemos, garantidamente, algo com isso ou, pelo menos, serviram para conhecermos e darmos mais valor a quem apareceu a seguir.

 

O mesmo se passa com pequenas coisas que nem nos apercebemos do dia a dia. Ainda no outro dia, estava à procura de livros sobre um determinado tema... Escolhi dois. Um deles, aquele com que eu mais estava entusiasmada, acabou por não chegar a casa porque estava esgotado. O outro, que me chamava menos a atenção, e que, provavelmente, iria esperar um bom bocado até ser lido, acabou por ser o livro que eu tanto precisava naquele momento.

 

Ou seja, se o livro que eu queria mesmo ler não estivesse esgotado, eu ainda não teria lido as palavras que me tocaram, que me inspiraram e, principalmente, que me ajudaram a atravessar determinada situação que me estava a prejudicar a vários níveis. Coincidência? Não me parece.

 

Parece-me que o Universo, de uma maneira que cada vez me surpreende mais, voltou a fazer das suas. Voltou a colocar-me perante o que eu precisava mesmo naquele momento. E se precisava! Sou grata, muito grata por isso e, principalmente, por ter entendido a mensagem.

 

O mesmo se tem passado com certas pessoas. Desde há uns tempos para cá, têm chegado até mim diversas pessoas, mas diria que a maioria tem algo em comum. Algo em comum entre elas e algo em comum comigo própria. Coincidência? Claro que não! É simplesmente mais um alerta para o que eu precisava de prestar atenção, de aprofundar, de aprender para me ajudar a mim e aos que me procuram.

 

Ninguém entra na nossa vida por acaso. Ao longo destes anos tenho visto isso a acontecer constantemente. Cada pessoa que entra na minha vida tem um motivo. Seja bom, seja mau, mas o motivo está lá. Só temos de o descobrir e aprender com isso. E selecionar os que ficam e os que vão.

 

 

Depois da tempestade vem a bonança

Maio 24, 2018

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Esta é uma daquelas frases feitas que tantas vezes ouvimos mas, na realidade, faz todo o sentido. Depois de uma enorme tempestade, com chuva, trovoada ou granizo, aparece um dia de sol radiante que nos faz logo levantar o ânimo.

 

O mesmo acontece dentro de nós. Quando vamos abaixo, seja porque motivo for, erguemo-nos sempre mais fortes do que quando caímos. Os problemas podem ser dolorosos, podem-nos deitar abaixo, podem-nos levar até a sintomas depressivos, mas quando, finalmente, encontramos o sol dentro de nós, parece que a vida ganha outro brilho.

 

Muitas vezes a maior dificuldade é mesmo encontrar o sol, a saída, a luz ao fundo do túnel para o que nos preocupa ou nos enche a mente com dúvidas. Problemas e desilusões vão sempre acontecer. Da mesma forma que a chuva é necessária, também o nosso choro o é.

 

Às vezes, é preciso chorar, chorar muito, limpar totalmente o nosso coração de todas as mágoas, de todas as desilusões, de todos os problemas criados por nós ou pelos outros mas que nos afetam diretamente. Às vezes, é preciso chorar sozinho, pensar, voltar a chorar, até encontrar uma saída. Outras vezes, pode ser alguém próximo, ou menos próximo, que nos dá aquele empurrão que estamos a precisar no momento exato. Mas, diria que, na maioria das vezes, senão sempre, está tudo dependente de nós próprios.

 

Só nós conseguimos sair do buraco onde nos metemos tantas vezes porque ninguém nos conhece melhor do que nós mesmos. Ninguém, por mais que tente, se consegue colocar na nossa posição e entender o que sentimos, mesmo que tenha passado por uma situação idêntica. Isto porque cada pessoa tem a sua personalidade, a sua forma de ver a vida, e, como tal, os sentimentos, mesmo para uma situação semelhante, são totalmente diferentes de pessoa para pessoa.

 

Quando achamos que alguém nos ajudou a sair ou a resolver um problema ou uma situação, isso até é verdade. A pessoa esteve lá, disse o certo no momento certo, mas, se nós não estivermos já predispostos a sair e a resolver, de nada servirão as palavras ou atitudes dos outros.

 

Por isso, quando se encontrarem nesse buraco profundo, quando virem a vida negra e quando a tempestade vos afetar, lembrem-se sempre que a bonança está a chegar. Só têm de deitar cá para fora tudo o que precisam para limpar, como se estivessemos cheios de nuvens que precisam de sair para que possamos ver, novamente, o sol.

 

Momentos...

Maio 13, 2018

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Há momentos para tudo. Momentos para dar o que de melhor temos, mas também momentos para nos recolhermos e colocarmo-nos em primeiro lugar. E se não tivermos esses momentos, nunca conseguiremos estar totalmente bem.

 

Este texto é precisamente para explicar a minha ausência. Desde que criei o blog, nunca estive tanto sempre sem escrever. E, muitas vezes, não é por falta de temas ou de inspiração. São muitos os textos nos rascunhos, à espera de serem publicados, mas sinto sempre que ainda não é o momento.

 

Ou porque o tema é complicado e quero ter a certeza que está bem explicado, ou porque é demasiado pessoal ou, simplesmente porque tenho tanta coisa na cabeça que acabo por os deixar ficar para outra altura... E acabei por perceber (da pior maneira, como sempre), que manter tanta coisa, conciliar tudo, estar constantemente à procura de novas informações e estudar mais profundamente outros temas e ainda ter tempo para mim está a ser muito difícil neste momento e que está a prejudicar-me tanto a mim como a quem tento ajudar.

 

Por isso, decidi ouvir os meus próprios conselhos e descansar um bocadinho. Colocar as ideias em ordem, definir prioridades e, principalmente, colocar-me a 100 por cento para que possa estar a 100 por cento para quem me procura. Acima de tudo é isso que sinto. Que não estou a conseguir ajudar a 100 por cento todos os que me procuram e isso sim está a preocupar-me.

 

Como tantas vezes digo, um bom terapeuta tem de estar bem para poder tratar dos outros. E é isso que estou a tentar fazer. Que sentido faria se dissesse as coisas, as soubesse, mas não as pusesse em prática?

 

Confesso que a minha vontade de ajudar às vezes ultrapassa os limites e exagero... Mas tenho plena consciência que o faço de coração e, que por isso, rapidamente me irei organizar e voltar ao normal. Ainda com mais força e mais conhecimentos.

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