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A Pequena Reikiana

Um blog de uma reikiana em constante aprendizagem...

A Pequena Reikiana

Um blog de uma reikiana em constante aprendizagem...

Os guias...

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Muito se fala no Reiki em Guias ou Mestres de Reiki (no verdadeiro sentido da palavra e não aqueles que nos iniciam e ensinam). Mas quem, afinal, são esses guias de que tanto se fala?

 

Que eles existam, não duvido. Já tive algumas experiências que me fazem dar como certa a sua presença, pelo menos. Mas nunca os vi, nem sequer ouvi. Ouço relatos de pessoas que "recebem" mensagens dos seus guias, mas a mim, pessoalmente, confesso que nunca me aconteceu. Pelo menos de forma explícita, ou como gostaria.

 

Talvez por isso tenha tido tanto receio em dar o primeiro passo e começar a fazer tratamentos a outras pessoas, porque achava sempre que poderia errar. Mas aí é que está, a minha aprendizagem. Tenho seguido a minha intuição, mesmo quando não entendo bem o que me é mostrado durante uma sessão, sigo a minha intuição e deixo que ela me leve até à conclusão.

 

E, até hoje, não posso dizer que tenha andado muito longe da verdade. Em todas as situações em que sigo a minha intuição e digo as coisas sem pensar, estas revelam-se verdadeiras e as pessoas entendem sempre a mensagem, mesmo quando eu não a entendo.

 

Já me chegou mesmo a acontecer falar sem saber o que estava a dizer, dar informações que me saíram da boca sem saber como. Será que é isso? Será que é essa a forma que os meus guias arranjaram para me auxiliar?

 

Confesso que gostava de os conhecer, de os ver. Pelo menos para ter a "certeza" que existem. Mas, por enquanto, vou aceitando o que me é dado e continuando a seguir o meu caminho, seguindo a minha intuição.

Cristais de proteção

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Já todos devem ter percebido a minha paixão por cristais. Já aqui abordei alguns, ligados aos principais chakras do nosso corpo, mas há muitos outros a descobrir... Para todos os gostos e feitios, felizmente! (e infelizmente para a minha carteira...).

 

Neste texto, decidi abordar apenas alguns dos cristais que podem ser usados como proteção, pedras fáceis de encontrar e que qualquer pessoa pode usar. Alguns têm maiores benefícios para algumas situações, outros são mais apropriados para outras. Mas todos os que constam desta pequena lista têm como principal função proteger-nos de energias negativas que possam existir à nossa volta.

 

Eu, por exemplo, não saio de casa sem algumas pedras. Andam sempre comigo na carteira. E, se tiver de ir a algum sítio em específico, ou souber que vou estar com alguém que não tem a melhor das intenções, faço de outra forma que passo a explicar.

 

Ao andar com as pedras na carteira, elas protegem, como é óbvio, mas não estão propriamente em contacto connosco. E quanto mais próximas de nós estiverem as pedras, maior será a sua proteção. Por isso, em situações esporádicas, coloco uma, ou duas (dependendo do que necessito) no bolso esquerdo. Não há propriamente um motivo para a escolha deste bolso, mas sempre as coloquei naquele lado e é onde sinto que devem estar.

 

E, sem mais demoras, aqui ficam apenas cinco pedras que considero serem as melhores para proteção.

 

 

Turmalina Negra

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A Turmalina é uma pedra que limpa, purifica e transforma energia densa numa vibração mais leve. De certa forma, cria um escudo protetor em volta do nosso corpo, protegendo não só das radiações dos telemóveis e do smog eletromagnético, como também contra os ataques psíquicos (canalização, consciente ou inconsciente, de pensamentos ou sentimentos malévolos contra nós que possam dar origem a doenças ou perturbações), inveja e energias negativas de todas as naturezas.

 

Além de eliminar a energia negativa, a Turmalina Negra ou Preta protege contra doenças debilitantes, fortalece o sistema imunitário, trata da dor e alivia sintomas de artrite.

 

Pode ser usada no bolso em situações em que nos sentimos mais vulneráveis ou num fio ao pescoço, bem como entre nós e os aparelhos eletrónicos.

 

 

 

Ónix

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 A ónix é uma pedra bastante poderosa. Além de dar força, ajudar em situações difíceis ou confusas, ajuda-nos a centrar-nos em nós próprios, podendo até dar acesso a orientação superior. Ajuda também a aprender lições e a sentirmo-nos mais confortáveis nos espaços. Contudo, diz-se que a ónix preserva as memórias das coisas que aconteceram em quem as usa, pelo que é bastante utilizada em trabalhos de regressão, seja de vidas passadas ou de traumas desta vida.

 

Em termos de proteção, a ónix é, para mim, uma das melhores pedras. Ajuda a absorver as energias do universo para nos equilibrarmos emocionalmente enquanto repele as más energias que nos possam afetar, sejam dos espaços ou de pessoas. Mas, dada a sua força, pode também não deixar que algumas boas energias se aproximem de nós, motivo pelo qual deve ser usada apenas em circunstâncias específicas, como funerais, cemitérios, igrejas ou hospitais, principalmente por pessoas sensitivas.

 

Pode ser colocada no bolso esquerdo e deve ser retirada assim que possível.

 

 

Olho de Tigre

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O olho de tigre é uma pedra protetora tradicionalmente utilizada como talismã contra a inveja e maldições. Combinando a energia da terra com a do sol, este cristal permite um estado vibracional elevado que mantém as energias espirituais ligadas à terra, sendo, por isso, utilizada também para estimular o chakra do 3º olho.

 

Ao dar-nos maior capacidade de interpretação, esta pedra ajuda também a cumprir objetivos, promovendo a clareza das intenções e ajudando-nos a entender o que realmente necessitamos daquilo que apenas desejamos.

 

Pode ser usada ao pescoço ou no braço, por períodos de pouco tempo, ou no bolso.

 

 

 

Obsidiana

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Há dois tipos de obsidiana que podem ser utilizados como proteção. A primeira é a obsidiana preta, uma pedra muito poderosa e criativa que força o confronto connosco próprios, embora também traga os desequilíbrios e as qualidades escondidas à superfície, magnificando todas as energias para que possam ser experimentadas.

 

Esta é uma pedra que inverte más utilizações de poder anteriores e protege-nos ao repelir a negatividade, dispersando pensamentos malévolos. Além disso, cria uma barreia protetora à nossa volta contra a negatividade que nos possa afetar, seja de pessoas ou espaços, sendo uma pedra bastante útil para pessoas sensitivas já que bloqueia ataques psíquicos e remove as influências espirituais negativas.

 

 

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O outro tipo de obsidiana, mais suave, é a obsidiana nevada ou obsidiana floco de neve, uma pedra linda que tem um efeito calmante e que nos chama à razão relativamente a padrões de comportamento enraizados. É uma pedra de pureza, que proporciona equilíbrio, ajudando a reconhecer e libertar pensamentos errados.

 

Ao mesmo tempo, é uma pedra que protege das energias negativas em geral dos espaços onde estamos e pode alertar-nos mesmo para perigos ou falsos amigos que se aproximem.

 

 

 

Hematite

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A hematite é bastante eficaz na ligação com a terra e como pedra protetora, já que harmoniza o corpo, a mente e o espírito. Esta pedra equilibra-nos internamente, corrigindo quaisquer desequilíbrios existentes. Dissolve a negatividade e evita a entrada de energias negativas na nossa aura. 

 

Esta é uma pedra forte que apoia, principalmente, as mulheres tímidas ou com pouca autoestima, promovendo a confiança e ajudando na expansão.

 

Deve ser usada apenas no bolso ou numa pulseira e nunca durante muito tempo e não pode ser colocada em água.

 

 

 

 

Seja qual for a pedra que decida comprar ou utilizar para proteção, lembre-se sempre de a limpar e dar uma intenção antes de usar. Pode ver o procedimento aqui.

 

Para uma consulta rápida de várias pedras que (ainda) não constam no blog, pode ver aqui.

 

O porquê de ser contra a divulgação dos símbolos do Reiki

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Em qualquer site, blog, página de facebook, seja o que for, sobre Reiki, encontramos os seus símbolos, mantras e outras tantas coisas. Por aqui, isso não vai acontecer. Até porque já há tanta confusão nesse sentido que prefiro manter-me no silêncio sobre o assunto.

 

Mas quero explicar o porquê de não falar sobre os símbolos ou técnicas específicas de Reiki. Apesar de este ser um blog dedicado principalmente ao Reiki - e a outros assuntos pelos quais me interesso - não considero importante, nem sequer relevante, colocar os símbolos, que deveriam ser sagrados e secretos, num sítio público.

 

Sei que não adianta de nada, porque uma pesquisa no google dá para encontrar tudo e mais alguma coisa, mas aqui, quem decide sou eu. E se me foi passada a informação que os símbolos são apenas para os reikianos, assim como as suas técnicas, não serei eu a quebrar isso. Aprendi-os durante a minha formação, uso-os praticamente todos os dias, mas acredito que apenas os reikianos os deviam conhecer.

 

Muitos dirão que não há qualquer problema em colocar os símbolos, explicá-los e ensinar os seus princípios porque eles só funcionam após a iniciação. Mas eu, que acredito que todos nós possuímos a energia necessária, e que a mesma pode ser potenciada por qualquer fator, prefiro não arriscar. Não quero que me pese na consciência se alguém os aprender da forma errada e, por qualquer motivo, os conseguir utilizar sem a devida formação.

 

Não é possível fazer mal a alguém com Reiki, portanto, não é isso que me preocupa. O que me preocupa é que não se saiba utilizar corretamente os símbolos e que, em vez de ajudar a si próprio ou a outro, esteja a prejudicar. Dou um exemplo simples. Aprendeu os símbolos pela internet. Por qualquer motivo, conseguiu ter a energia vital a fluir dentro de si e eles funcionam. Mas, como nem tudo o que está na internet é correto, aprendeu um símbolo mal ou confundiu a intenção a dar-lhe e, em vez de dar energia a alguém que precisa, acaba por a retirar.

 

Se alguns reikianos já o fazem, infelizmente, imaginem quem nem sequer formação tem... É esse o meu maior medo.

 

É por isso que não coloco símbolos nem técnicas de autocura, por exemplo. Os reikianos sabem-nas, ou pelo menos assim espero. E os que não o são, apenas precisam de saber o que podem esperar do Reiki, não quais os procedimentos para o fazer. Para isso existem os cursos. E por esse mesmo motivo criei um grupo, associado à página de Facebook, onde aí sim, dentro de um espaço mais fechado, poderei dar mais informações.

 

Apesar de o Reiki ser uma técnica simples, acho que não se pode chegar à banalização. Não vejo isso acontecer com outras técnicas, porque se faz isso com o Reiki?

 

A legalização da canábis e as terapias complementares

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Não. Antes que digam seja o que for, a legalização da canábis para fins terapêuticos nada tem a ver com as terapias alternativas ou complementares. Mas o facto de hoje ter estado em debate na Assembleia da República fez-me pensar que, quem sabe, um dos próximos debates seja a introdução das medicinas alternativas e complementares no Serviço Nacional de Saúde.

 

Talvez seja uma ideia muito utópica, mas acredito, ou melhor, quero acreditar, que isso vai acontecer, e em breve. O facto de, finalmente, a sociedade estar a mudar, estar a aceitar outras formas de tratamento para doenças, não só da mente mas também do corpo, faz-me ficar feliz e acreditar que, um dia, a medicina será totalmente diferente da que é agora.

 

E isso é visível. Ao longo dos últimos anos, têm sido inúmeros os países e os médicos a aceitarem novas terapias, novos conceitos e novas formas de tratamento que não as que vêm nos livros desde sempre. A mudança é sempre positiva neste sentido e, por algum motivo, as terapias complementares como o Reiki estão a ser cada vez mais aceites e até aconselhadas por médicos formados em medicina tradicional ocidental.

 

É certo que há coisas que nunca irão mudar. Serão sempre necessários medicamentos, operações, exames, e tratamentos específicos. Mas também é verdade que cada vez mais gente foge, o máximo que pode, desse sistema quase cíclico, que não vai propriamente à fonte do problema, apenas elimina as suas consequências.

 

E aqui está, para mim, uma das principais diferenças entre a medicina tradicional e a medicinal alternativa ou complementar. Enquanto a primeira define uma doença pelos seus sintomas e prescreve um tratamento para isso, a medicina alternativa/complementar tenta descobrir a verdadeira causa da doença, e tratá-la a fundo. Daí considerar, cada vez mais, que as duas juntas, prestariam um melhor serviço à população em geral.

 

Há que dar escolha às pessoas. Não limitar as suas possibilidades de tratamento. Até porque com a Internet a forma como a informação nos chega é tão fácil que há inúmeras possibilidades à espera de serem testadas. Basta querer.

 

Como disse no início, a canábis nada tem a ver com as terapias alternativas/complementares, já que é sabido que apesar das suas vantagens medicinais (comprovadas por estudos), a canábis também tem algumas contraindicações. Pelo contrário, as terapias alternativas ou complementares não têm qualquer contraindicação nem efeitos secundários.

 

Não são, portanto, comparáveis. Mas ao ver o debate, tive um vislumbre do que poderá acontecer com as medicinas alternativas/complementares, a curto prazo. E gostei desse vislumbre.

 

 

A inveja

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Todos nós levamos com inveja em cima. Seja pelo nosso aspeto, pelo nosso emprego, por algo que alcançamos na vida... Somos alvo de inveja. É algo inerente ao ser humano e não nos resta outra hipótese senão aceitar isso.

 

Até nós próprios já sentimos, em algum momento, inveja de alguém. Acho que é normal. Desde que essa inveja não seja exagerada nem provocatória, muito menos intencional. Porque é aqui que surge o problema.

 

Para mim, existem vários tipos de inveja. A dita "normal", que não afeta diretamente ninguém, além de quem a sente, mas que, rapidamente é esquecida e passa. Mas depois há outro tipo de inveja. A inveja enraizada, a inveja que surge porque alguém quer ser como nós ou ter o que temos, e acaba por tentar, seja de que forma, prejudicar-nos.

 

Às vezes, bastam uns simples pensamentos negativos para que sejamos alvo de inveja. Daí muitas vezes dizermos que as coisas parecem que nunca nos correm bem... Não digo em todos os casos, mas, em alguns, talvez seja porque estamos a ser alvo de inveja de alguém. Porque, infelizmente, a inveja é algo que tem bastante força...

 

Contudo, para mim, essa não é a pior inveja. Há ainda a inveja de quem nos realmente quer prejudicar e faz por isso intencionalmente, o que para mim passa de inveja a maldade. Mas.. depois... há outra. A que realmente me preocupa. A inveja escondida, disfarçada de apoio e de incentivo. Essa sim é a mais dolorosa, para quem a sente, e para quem é alvo e acaba, um dia, por a perceber.

 

Essa inveja magoa. Essa inveja é traiçoeira. Essa inveja é perigosa. Porque, na maioria dos casos, vem de quem menos esperamos. E quando damos por ela, já é tarde demais.

 

Costuma-se dizer que "o que ninguém sabe, ninguém estraga". É uma verdade e um lema que sigo cada vez mais. Mas há certas coisas que são impossíveis de manter escondidas ou no anonimato para sempre. E é nessa altura que nos devemos proteger das influências negativas que possam surgir.

 

Quando entrei neste mundo holístico e espiritual, encontrei pessoas magníficas, que me levaram a acreditar novamente na humanidade. Depois de ter passado anos a sentir como as pessoas conseguem ser maldosas no mundo do trabalho dito "normal", e não só, pensei que aqui seria diferente. Contudo, ao longo deste tempo, tenho percebido que, infelizmente, tal como em qualquer situação, também neste meio a inveja existe, e com muito mais força. E vinda de todos os lados, sem motivo aparente...

 

Mas a inveja que tenho sentido só me dá mais força. Só me faz acreditar que estou no caminho certo e que é por aqui que devo seguir. E não deixarei que essa inveja me deite abaixo. Nunca.

 

O Reiki à distância

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No outro dia, alguém me perguntou como poderia saber se o Reiki à distância funcionava mesmo. Confesso que não é a primeira, nem será, provavelmente, a última vez que me colocam esta questão, pelo que decidi falar um bocadinho sobre isso e dar a minha perspetiva pessoal.

 

O Reiki em si já é difícil de explicar, Reiki à distância então... Mas tentaremos. Basicamente, fazer Reiki à distância é o mesmo que fazer Reiki presencial, contudo, para o terapeuta, é bastante mais cansativo e exige uma enorme concentração e dedicação. Já para a pessoa que recebe, é exatamente igual. Basta estar relaxado e deixar que a energia faça o seu trabalho.

 

Mas a questão que me colocam é bastante compreensível. Há imensa gente a dizer que faz Reiki à distância. Como saber se fazem mesmo? Numa sociedade em que cada vez mais se tenta ludibriar o outro, ter sempre um pé atrás parece-me, realmente, a melhor solução.

 

O que costumo responder nestes casos, e por experiência própria, é que é bastante complicado de saber, de facto. Primeiro, tem de se saber a que horas o terapeuta irá fazer a sessão para que se esteja relaxado e que a energia consiga fluir. Porque de nada adianta pedir para nos fazerem Reiki à distância se formos andar às compras num shopping. Não que a energia não chegue lá, mas as interferências e o facto de a pessoa não estar relaxada irão dificultar e, provavelmente, será tempo perdido para o terapeuta.

 

Por sua vez, se a pessoa se deitar ou encostar no sofá, por exemplo, sem qualquer tipo de distração, durante aquele tempo (que numa sessão de Reiki à distância nunca ultrapassa os 15 minutos), a energia fluirá com maior facilidade, tal como numa sessão presencial. Neste caso, a pessoa pode, ou não, sentir os efeitos do Reiki, depende muito da sua própria sensibilidade.

 

Pessoalmente, já tive casos em que as pessoas sentem e sabem que estou a fazer Reiki (até quando não digo a hora exata) e outros casos em que não sentem rigorosamente nada. Tal não quer dizer que não funcione, apenas quer dizer que há quem tenha maior sensibilidade para o sentir, e quem tenha menos. Já me aconteceu fazer Reiki à distância e a pessoa em questão me questionar momentos depois se o tinha feito. Nestes casos, fico feliz, não por mim, mas pela pessoa, que fica, assim, com a certeza de que o que foi pedido foi feito. Não há maior garantia que essa.

 

Mas estes casos, infelizmente, são raros. A maioria não sente e, podendo até estar errada, diria que 90 por cento não sente porque não faz o que é pedido: relaxar.

 

Contudo, convém referir que o Reiki à distância apenas é usado em casos esporádicos e específicos. Não substitui, de forma nenhuma, uma sessão presencial nem terá os mesmos efeitos. Apenas é uma forma de aliviar um bocadinho alguma situação específica ou de manter um tratamento que esteja a ser feito e que por qualquer motivo, naquela semana, não pode ser presencial.

 

Cuidado também com os dados que dão. Para uma sessão de Reiki à distância, basta apenas o nome completo e a data de nascimento, ou uma fotografia, caso não se conheça bem a pessoa. Em casos de pacientes ou familiares, por exemplo, a técnica usada por muitos terapeutas, eu incluída, é a da visualização da pessoa.

A importância de limpar os cristais

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Vemos um cristal numa loja. Achamos bonito, ou até sabemos das suas propriedades e decidimos comprar. Por quantas mãos já passou aquele mesmo cristal até chegar até nós? Já pensaram nisso?

 

Os cristais são "o ADN da terra" e cada um contém uma "nota específica" que os torna únicos. Como diz Judy Hall, "são autênticos armazéns em miniatura, contendo os registos do desenvolvimento da terra ao longo de milhões de anos e transportando a memória indelével das forças poderosas que lhes deram forma".

 

Da mesma forma, cada um deles absorve, conserva, concentra e emite energia.

 

Assim, é fácil de entender que ao pegar num cristal numa loja, por exemplo, a pessoa deixa lá a sua marca, a sua energia. Mesmo que só o tenha tocado durante alguns segundos, o cristal deixa de estar no seu estado "puro". Por isso, é importante limpar sempre os cristais antes de os usarmos ou colocarmos num espaço para eles designados.

 

Há diversas formas de limpar os cristais. Com uma pequena pesquisa no google vai, inevitavelmente, parar a algum site que afirma que a forma indicada de limpar os cristais é com água e sal. Mas, para mim, isto está totalmente errado. E passo a explicar o porquê.

 

Os cristais são frágeis e se alguns até com água se podem desfazer (como a selenite), adicionando o sal ainda pior. O sal deteriora o cristal, e quantas mais vezes se fizer isso pior. O mesmo se aplica a limpar os cristais com água do mar.

 

Por isso, existem outras formas que considero as indicadas para limpar um cristal. Pode passá-lo por água corrente durante uns segundos (menos a selenite como já referi), colocar durante uns minutos num recipiente de vidro com água e lavanda, deixá-lo ao sol ou na terra por algum tempo ou até deixar durante a noite ao luar.

 

Estas são formas mais que conhecidas de limpar os cristais. Contudo, se tivermos muitos, ou vivermos num prédio por exemplo, é difícil e demorado de fazer isto. E aqui chegamos à forma mais simples, mais prática e, para mim, mais eficaz de limpar qualquer cristal.

 

Já falei dela acima e volto a falar. A Selenite. Pois é. A selenite é a melhor purificadora de cristais. O seu branco puro e as suas formas (muitas vezes em torre) são bonitas, pelo que se torna até um objeto de decoração. Além disso, é considerada uma pedra angelical, podendo conduzir-nos à finalidade da nossa alma.

 

O procedimento é simples. Basta colocar os cristais junto à torre de selenite, à sua volta, e deixar durante o tempo que achar necessário. Eu, pessoalmente, gosto de os deixar durante a noite a limpar. Depois, posso garantir que os seus cristais estão limpos e prontos a utilizar.

 

Convém referir que, deve-se sempre ter em atenção o tamanho da torre. Se a selenite é pequena, não devemos colocar mais de dois ou três cristais ao mesmo tempo já que a limpeza pode não ficar feita na totalidade se houver muitos cristais para limpar.

 

Para os reikianos, após a limpeza dos cristais, pode-se (e deve-se) ainda colocar os símbolos e pode-se dar até uma intenção específica para cada cristal, consoante o que necessitar. E mesmo para aqueles que não são reikianos, podem segurar na mão o cristal e pedir uma intenção, seja proteção, saúde ou algo que necessitem.