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A Pequena Reikiana

Um blog de uma reikiana em constante aprendizagem...

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A aceitação do Reiki

Dezembro 10, 2017

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A verdade é mutável. Durante anos acreditou-se que algo fazia bem. Depois, estudos vêm demonstrar o contrário. Primeiro, beber café fazia mal. Depois, beber três cafés por dia já podia prevenir AVC's. Só para dar um exemplo fácil de onde quero chegar.

 

Então, por que duvidar do Reiki, ou de outras terapêuticas complementares só porque são "novidade"? Até hoje, não são conhecidas contrapartidas ao Reiki. Pelo contrário, os seus benefícios são cada vez mais divulgados e comprovados.

 

Todos os casos de que tenho conhecimento de pessoas que "reagiram" mal ao Reiki têm sempre uma explicação bastante lógica. Ou passaram por crises de cura mais fortes, porque assim era necessário, e não lhes foi explicado isso devidamente, acabando por ficarem com a ideia de que a sessão teve o efeito contrário, ou fizeram uma iniciação sem acompanhamento e não souberam lidar com as consequências da mesma.

 

Infelizmente, isto é mais comum do que se possa pensar e apenas faz gerar ainda mais confusão na cabeça dos portugueses. Nos casos que referi acima, a culpa é, sem dúvida, do terapeuta ou mestre de Reiki que não soube explicar. Contudo, isso gera o "boca-a-boca", o que leva muita gente, que nunca teve qualquer contacto com o Reiki, a tirar conclusões precipitadas e erradas.

 

Ao longo do meu percurso, e com este blog, tento precisamente combater isso, e dar a conhecer o que é, de facto, o Reiki, sem enfeites nem palavras bonitas. Porque o Reiki é isso mesmo: simples.

 

Uma coisa que me deixa inconformada e a pensar, é o facto de, por exemplo, no Brasil, este tipo de terapias serem tão comuns que já ninguém estranha. Pelo contrário, estão incluídas no Serviço Nacional de Saúde brasileiro, um passo que demonstra o alcance e credibilidade que certas terapias complementares, como o Reiki, estão a atingir no mundo.

 

Claro que a mentalidade brasileira é bastante diferente da portuguesa, mas acho que, nestes casos, não deveria haver diferenças, já que a técnica é igual, os benefícios, iguais... Apenas a aceitação é diferente.

 

Da mesma forma, nos EUA, por exemplo, alguns estudos já demonstraram que uma grande fatia da população americana já recorre a terapias e medicinas alternativas antes mesmo de procurar os médicos tradicionais. Isto também não me parece correto, dado que alguns dos casos envolvem cancros e doenças similares, mas é compreensível, pela dificuldade de acesso médico nos EUA e pela facilidade com que as medicinas alternativas ou complementares estão a ser aceites.

 

Então, porque é que em Portugal se continua a duvidar ou colocar totalmente de parte esta realidade? Será por falta de conhecimento? Será por falta de regulamentação? Ou será porque a mentalidade portuguesa, infelizmente, ainda não consegue perceber que há outras opções que nada, repito, nada têm a ver com a bruxarias ou macumbas?

 

Como já disse, não concordo que a medicina dita tradicional seja colocada de parte. Ela tem vindo, ao longo dos últimos anos, a ter avanços notórios e é realmente necessária em muitos casos. Não deve, por isso, ser totalmente colocada de parte, principalmente em doenças mais graves. Mas deve ser questionada, e sim, pode e deve ser complementada com outras terapias, que apenas vão potenciar, muitas vezes, os efeitos de recuperação ou ajudar a aliviar efeitos secundários negativos, como no caso das quimioterapias ou radioterapias.

 

Resumindo, penso que as medicinas tradicionais não devem ser substituídas totalmente pelas medicinas e terapias alternativas, onde se insere o Reiki, mas acho que está mais que provado que são uma mais-valia e que devem ser usadas, seja em complemento, seja para tratar algo que não necessite de cuidados médicos específicos.

 

Até a Organização Mundial de Saúde já aceita as terapias complementares como o Reiki. Vamos lá Portugal. Fomos pioneiros em tanta coisa, vamos deixar-nos ficar para trás agora?

Outra vez a dificuldade dos princípios do Reiki...

Dezembro 06, 2017

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Sim, é verdade. Aqui estou eu com mais um dilema nos princípios do Reiki. Desta vez é o "Só por hoje, sou grato pelas minhas várias bênçãos".

 

Até parece fácil de aceitar, mas, pensando bem, como podemos aceitar certas coisas que nos acontecem na vida? Como aceitar, por exemplo, o falecimento de um familiar, amigo ou animal de estimação? É difícil, certo?

 

Segundo os princípios do Reiki, devemos aceitar essas "bênçãos" porque nos irão tornar mais fortes, ensinar algo ou servir para crescermos. Acredito. Já passei por isso e sei que assim é. Mas custa. Custa muito e na altura em que algo nos acontece, não conseguimos agradecer. Só conseguimos perguntar "porquê?" e a raiva e tristeza falam mais alto. É inevitável.

 

É fácil aceitar as coisas boas que a vida nos dá. Se nos sair o Euromilhões, somos gratos. Se tivermos uma boa notícia, somos gratos. Se temos saúde, somos gratos. Se temos um trabalho fixo, somos gratos. E por aí fora.

 

Mas e as difíceis? Como agradecer as coisas más que nos acontecem ou o mal que alguém nos faz? Como ser grato ao Universo quando parece que o Universo está contra nós?

 

Muitos nos dirão: "tudo acontece por um motivo", "tens alguma lição para aprender com isso", ou "é karma". Quantos de nós já não ouvimos isto? Eu pelo menos ouvi. E aceito. E entendo. Mas custa. Custa muito ser grata por isso, porque isso nos magoa na altura, faz-nos sofrer e, às vezes, até entrar em depressões ou estados emocionais bastante complexos.

 

Custa ser grata por algo que me faz mal. Mas sei que isso, realmente, me faz crescer. Até hoje, tudo o que de mal me aconteceu fez-me ver a vida de outra forma, fez-me crescer, fez-me ser mais justa, fez-se ser mais benevolente com os outros e a ter consciência de que o mundo não é cor-de-rosa, nem que toda a gente é o que parece. Fez-me ver mais do que os meus olhos enxergam.

 

Mas também me fez sofrer, fez-me chorar, fez-me entrar em depressão, fez-me questionar o porquê de tanto sofrimento, fez-me questionar o porquê de viver. Fez-me questionar tudo. E essas questões fizeram de mim o que sou hoje. Na verdade, foi o sofrimento que me levou à mudança. Foi o sofrimento e o questionamento constante do "porquê" que me levou a libertar-me da "nuvem negra" que por cima de mim pairava.

 

Desta forma, colocando numa balança, o que terá mais peso, o sofrimento, ou o crescimento que dele advém? Se calhar, até pode ser o sofrimento, mas acredito que o crescimento é contínuo e que o sofrimento não. E é desta forma que consigo lidar com este princípio. Esperando que o melhor estará para vir.

 

E é isso que me dá alento para continuar, com força, a combater tudo e todos que me faz mal. E a ser grata por isso. Pelo menos, a tentar.

 

O cristal de cada chakra: Jaspe Amarelo

Dezembro 04, 2017

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Diretamente ligado ao chakra do Plexo Solar, o cristal que se segue é conhecido como o "apoio supremo", já que, na cristaloterapia, é usado para unificar todos os aspetos da vida da pessoa. Falo do Jaspe, uma pedra indicada não só para períodos de stress como para alinhar os chakras e a aura.

 

Em termos gerais, o Jaspe facilita também a memória dos sonhos e liga as energias e o corpo à terra, equilibrando os corpos físico, emocional e mental com a terra. É ainda um excelente protetor do smog eletromagnético e ajuda na radiestesia.

 

A nível mental e emocional, o Jaspe incute determinação para a concretização de objetivos e ajuda a ganhar coragem para resolver problemas. Estimula ainda a imaginação e a organização de pensamentos.

 

Apesar de haver vários tipos de Jaspe, com diferentes cores e propriedades (posteriormente, irei abordar outro), o Jaspe Amarelo é especialmente utilizado para proteção durante o trabalho espiritual e a viagem física. Ao canalizar a energia positiva, faz a pessoa sentir-se melhor fisicamente.

 

Além disso, este cristal liberta as toxinas, facilita a digestão e o funcionamento do estômago, sendo, por isso, ideal para quem sofre de problemas digestivos, como gastrites.

 

A nível físico, o Jaspe Amarelo pode também ser usado para pequenas dores, bastando, para isso, colocá-lo na zona onde sente o desconforto.

 

 

O dinheiro e o Reiki

Dezembro 01, 2017

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Como terapia complementar, sem um curso regulamentado ainda, o Reiki ainda é visto com alguma desconfiança e nem toda a gente entende o porquê de uma sessão ter de ser paga.

 

Talvez isto aconteça porque existem locais onde há voluntários a fazer sessões de Reiki. E acho muito bem, mas tem de se ver as circunstâncias. Há casos em que os terapeutas não levam dinheiro, seja em iniciativas de solidariedade, de voluntariado ou apenas porque assim o entendem. É uma decisão de cada um.

 

Contudo, quando um terapeuta se dispõe a aprender algo isso tem custos. E os cursos de Reiki não são baratos. Além disso, a partir do momento que passam a ajudar o próximo, têm de ter as condições necessárias para tal, seja em casa ou num espaço alugado. Tudo isso acarreta custos e tempo, como é lógico.

 

Dessa forma, vejo o pagamento no Reiki como em qualquer outro serviço prestado. Se vamos ao médico, pagamos. Se vamos ao café, pagamos. Se vamos ao ginásio, pagamos. Se temos uma sessão de Reiki, pagamos. Simples assim.

 

Os preços podem variar de facto, e há sítios que "abusam", mas também não sabemos os custos que cada um tem para poder fazer o seu trabalho. E tudo isso tem de ser considerado, a meu ver. Eu própria, caso pudesse, teria um preço mais baixo, mas os custos que tenho não me permitem isso... daí, se calhar, entender melhor alguns preços praticados, embora também considere que há um limite aceitável.

 

O problema, parece-me, é que o Reiki ainda é visto de uma forma errada. Na acunpultura, por exemplo, que já tem outros requisitos e está mais difundida, não vejo ninguém a questionar o porquê de se cobrar dinheiro pelo trabalho prestado. Mas no Reiki é diferente. Porquê?

 

Qual a diferença? Não são ambas terapias complementares? Não são ambas serviços prestados? É algo que ainda me confude...

 

Parece que os portugueses ainda acham que Reiki é como as famosas "bruxas" a quem se vai e se dá o que se quer, e elas dizem o que querem. Nada contra! Mas quero apenas com isto mostrar que não é a mesma coisa.

 

Os terapeutas de Reiki estudaram, e estudam constantemente - pelo menos assim espero - para poder prestar um serviço. E nada mais natural que esse serviço seja pago. Eu própria o paguei antes de me iniciar e não coloquei nenhuma questão relativamente a isso.

 

Mas agora, que estou no meio, deparo-me com situações e comentários que me deixam perplexa. Espero, sinceramente, que a mentalidade portuguesa mude rapidamente.

 

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