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A Pequena Reikiana

Um blog de uma reikiana em constante aprendizagem...

A Pequena Reikiana

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Novo ano, novas metas?

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Todos os anos, por esta altura, começamos, inconscientemente, a fazer um balanço do ano que passou. Contabilizamos os prós e os contras e, normalmente, decidimos que é com a entrada no novo ano que iremos fazer, finalmente, "aquilo".

 

O "aquilo" é o projeto que fica sempre parado, a viagem que idealizamos mas nunca concretizamos, a dieta que adiamos e tantas outras coisas do género. Deixamos sempre para o novo ano as metas e os projetos, como se a data fosse ajudar na sua concretização.

 

Mas, de verdade, quem segue à risca as metas a que se propõe todos os anos? Eu, confesso que não me lembro de nenhuma que tenha cumprido até ao fim.

 

A entrada num novo ano faz-nos pensar que o ano seguinte será melhor que o anterior. Dá-nos esperança. Dá-nos a força de vontade para dizer que chegou o momento de fazermos algo ou mudarmos algo nas nossas vidas. Mas, depois, volta a rotina normal, e esses projetos voltam a ficar guardados na gaveta até ao ano seguinte.

 

Se é verdade que um novo ano nos dá essa esperança de conseguir o que mais desejamos, também é verdade que isso não depende do novo ano, mas sim de nós próprios, da nossa resiliência e persistência. De nada serve estarmos sempre a adiar se, na verdade, sabemos, no fundo, que não vamos até ao fim. Isso é, simplesmente, perder tempo.

 

Cada mudança, seja em nós, seja na nossa vida pessoal ou profissional, tem de vir de dentro. Tem de ser sentida com toda a força e tem de ser trabalhada. Nada cai do céu, como se costuma dizer. Temos de nos esforçar, nem que seja um bocadinho, para que as coisas aconteçam. E isso, diariamente, não só uma vez por ano.

 

No fundo, qualquer data serve, desde que se inicie a mudança. Seja a 1 de janeiro ou a 30 de maio. O que importa, realmente, é a decisão e a força de vontade para concretizarmos tudo o que desejamos.

 

Por isso, e porque estamos quase a entrar em 2018, um ano que acredito que será de mudança de mentalidades, desafio todos e todas a definirem os seus objetivos (mais uma vez) mas a seguirem-nos. Se pararem a meio do ano, lembrem-se do que tanto desejaram, e voltem a tentar. Quantas vezes forem precisas para até que "aquilo" se realize.

 

 

 

 

A ansiedade, a doença do século?

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Tenho-me deparado, ultimamente, com muitas pessoas que sofrem do mesmo mal que eu: ansiedade. Eu, que só descobri o que é viver com crises de ansiedade há cerca de dois anos, e que não tinha qualquer conhecimento do que isto era ou de como funcionava, vejo, agora, que há demasiadas pessoas com o mesmo problema.

 

E isso fez-me pensar. Porquê? Porquê agora?

 

Correndo o risco de misturar temas, eis que me deparei com uma provável resposta. Pode até ser confusa, mas vários artigos e textos que tenho lido, assim como depoimentos pessoais, fazem-me pensar que a resposta poderá não andar muito longe do que penso.

 

É certo que vivemos numa sociedade em que o stress diário, aliado a problemas financeiros ou doenças (que são, infelizmente, cada vez mais recorrentes) nos podem criar ansiedade. Mas conheço também casos em que não há propriamente um motivo forte para a ansiedade, contudo, ela aparece. E não desaparece, que é o pior.

 

Pessoas viciadas em ansiolíticos e antidepressivos... pessoas dependentes de químicos para poderem ter uma vida normal. A mim, não me parece normal. Mas é nessa realidade que vivo, por isso, entendo-a. Tento contorná-la e, por vezes, consigo, com meditação e Reiki, mas, outras vezes, em locais públicos por exemplo, não há outra forma a não ser tomar o raio dos comprimidos.

 

A faixa etária também é curiosa. Jovens adultos e adultos, principalmente. Claro que isto se pode justificar facilmente pelas dificuldades que os jovens têm passado nos últimos anos - por mim falo - mas acho curioso o momento.

 

Pensem comigo. A partir de um certo momento, várias pessoas começaram a apresentar sinais de ansiedade. E se formos analisar bem essas pessoas, diria que 90 por cento, são ou estão, de algum modo, ligadas à espiritualidade, à procura do seu ser interior ou à procura do significado para a sua vida. Curioso não?

 

Têm-me surgido, mesmo sem procurar, textos, entrevistas, artigos, onde especialistas das mais diversas áreas começam a afirmar que a espiritualidade é importante e que está cada vez mais latente. Os sensitivos são cada vez mais. As medicinas alternativas, que compreendem a pessoa como espírito e corpo físico, estão também cada vez mais "na moda". Tudo isto, não me parece mera coincidência.

 

Um sensitivo é alguém que, de forma simplificada, sente mais do que os outros. Sente as vibrações dos ambientes, das pessoas, tem uma intuição mais apurada ou aquele chamado "sexto sentido". Mesmo sem se aperceberem, muitas pessoas são assim e não têm consciência do que isso provoca. Um dos principais sintomas é.... ansiedade.

 

Sabem aquela sensação quando entramos num shopping e está muita gente e só queremos fugir? Ou quando vamos a casa de alguém e não estamos confortáveis? Ou então, quando encontramos alguém e tudo parece forçado, sem sabermos exatamente o porquê? É isso. É o nosso lado espiritual a nos alertar para algo que não compreendemos.

 

E como não compreendemos, ficamos ansiosos. Ficamos desnorteados, tudo nos parece estranho. E as crises de ansiedade despoletam-se. Quando damos por ela, já perdemos o controlo.

 

Por tudo isto, começo, realmente, a pensar que a ansiedade que muitos sentimos diariamente é algo mais do que físico. É algo que muita gente está a começar a sentir, a necessidade de mudar hábitos, de mudar pensamentos, de mudar a sua forma de agir perante si e perante a realidade. Não é por acaso que cada vez mais aparecem terapias holísticas, medicinas alternativas ou complementares que resultam. E todos os dias vejo alguma nova que desconhecia totalmente!

 

Cada vez mais, o mundo está a entender que há mais para além do que é físico e palpável. Que há mais para além de bens materiais. E a falta disso, está a gerar uma sociedade desnorteada, ansiosa, à procura de respostas. E os que perseguem o caminho da procura dessas respostas, encontram algo a que se agarrar, uma explicação, uma forma de lidar com a ansiedade e de, por vezes, a eliminar.

 

Conciliando tudo isto, parece-me que a ansiedade é, de facto, a doença do século e que será necessária uma mudança radical de pensamento e de atitudes da sociedade como um todo para que isso seja ultrapassado.

 

 

O cristal de cada chakra: Jaspe Vermelho

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Já aqui abordei algumas propriedades do Jaspe, uma pedra que tem várias cores e, portanto, várias propriedades, dependendo da cor. Desta vez, irei focar-me apenas no Jaspe Vermelho, a pedra ligada ao chakra da Raíz.

 

Este é um cristal que nos liga à terra, que nos ajuda a perceber alguns problemas e situações antes de os mesmos tomarem proporções maiores e ajuda a tomar decisões difíceis.

 

Diretamente ligado ao chakra base, o Jaspe Vermelho estimula-o e ajuda também nos processos de renascimento, limpando e estabilizando a aura e fortalecendo as suas fronteiras.

 

É considerada uma pedra da saúde, pois fortifica e desintoxica o sistema circulatório e o fígado, dissolvendo bloqueios que possam existir.

 

Algumas das curiosidades deste cristal são o facto de, colocado debaixo da almofada, ajudar na memória dos sonhos, podendo também ser usado como "amuleto de felicidade", acalmando as emoções quando se 'brinca' com ele.

 

Para saber mais sobre o Jaspe, veja este artigo.

 

 

Tudo tem o seu tempo, ou será que não?

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Às vezes, queremos que as coisas aconteçam "naquele momento". E ficamos frustrados porque elas não acontecem, ou acontecem de forma totalmente diferente da que desejávamos. Outras vezes, o tempo vai afastando aqueles que amamos, sejam família, amigos ou algo mais.

 

Será que isso não acontece porque, simplesmente, é melhor para nós dessa forma, e não o entendemos na altura?

 

Tenho pensado bastante sobre o "tempo" ultimamente. O que o tempo faz às pessoas, o que o tempo traz de bom e de menos bom. O que o tempo significa para cada pessoa. O que o tempo leva e não traz mais...

 

O tempo é relativo. Um mês de espera para algo que queremos muito pode ser bastante difícil de passar, enquanto um mês de férias passa a correr. Tudo depende das nossas expetativas e da forma como encaramos a realidade, pelos vistos. Dessa forma, começo a pensar que o tempo, nada mais é do que aquilo que impomos a nós próprios, e que, se calhar, damos-lhe mais importância do que aquela que deveria ter.

 

É como a célebre frase "o tempo cura tudo". Tretas. O tempo não cura nada. Nós é que aprendemos a lidar com as situações, normalmente, neste caso, dolorosas, de forma diferente. Porque o "tempo" não faz milagres. Apenas nos dá o distanciamento necessário para aceitar e aprender a viver com determinada situação.

 

Por vezes, a verdade é que é preciso tempo para amadurecer, seja uma ideia, uma decisão, uma relação, ou uma mudança. Sermos impulsivos e não darmos "tempo ao tempo", pode ser prejudicial nalgumas situações. Outras vezes, percebemos que o momento é aquele, não temos "tempo" a perder. Tudo depende da situação e, diria mais, da nossa própria intuição.

 

Será que existe, então, um "tempo" certo para tudo? Ou seremos nós que fazemos o nosso próprio "tempo"?

 

O cristal de cada chakra: Cornalina

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De cor vermelha, por vezes translúcida, a Cornalina é a pedra associada ao chakra do Umbigo. Sendo uma pedra estabilizadora, com uma elevada energia, a Cornalina é excelente para restituir a vitalidade e a motivação, permitindo um maior discernimento com a realidade.

 

A nível psicológico, a Cornalina transmite a aceitação do ciclo da vida e remove o medo da morte, sendo até utilizada, antigamente, para proteger os mortos na sua "viagem". Além disso, dá coragem, promove escolhas positivas, dissipa a apatia e motiva o sucesso nos negócios, sendo bastante benéfica para ultrapassar abusos, sejam eles quais forem.

 

Utilizada na meditação, esta pedra melhora as capacidades analíticas e clarifica a perceção, removendo pensamentos estranhos e estabelecendo a sintonia e aguçando a concentração.

 

Esta é uma pedra também poderosa contra a inveja, raiva e ressentimento, acalmando a raiva e a negatividade emocional.

 

Já a nível físico, a Cornalina estimula o metabolismo e ao estar diretamente ligada ao chakra do umbigo, influencia bastante os órgãos reprodutores femininos, aumentando não só a fertilidade como permite também ultrapassar a frigidez e impotência. Também ajuda em problemas relacionados com a parte lombar inferior, ossos e depressão, sobretudo em pessoas já mais idosas.

 

Uma curiosidade da Cornalina é que esta pedra tem a faculdade de limpar outros cristais, embora haja outras mais indicadas para isso.

A aceitação do Reiki

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A verdade é mutável. Durante anos acreditou-se que algo fazia bem. Depois, estudos vêm demonstrar o contrário. Primeiro, beber café fazia mal. Depois, beber três cafés por dia já podia prevenir AVC's. Só para dar um exemplo fácil de onde quero chegar.

 

Então, por que duvidar do Reiki, ou de outras terapêuticas complementares só porque são "novidade"? Até hoje, não são conhecidas contrapartidas ao Reiki. Pelo contrário, os seus benefícios são cada vez mais divulgados e comprovados.

 

Todos os casos de que tenho conhecimento de pessoas que "reagiram" mal ao Reiki têm sempre uma explicação bastante lógica. Ou passaram por crises de cura mais fortes, porque assim era necessário, e não lhes foi explicado isso devidamente, acabando por ficarem com a ideia de que a sessão teve o efeito contrário, ou fizeram uma iniciação sem acompanhamento e não souberam lidar com as consequências da mesma.

 

Infelizmente, isto é mais comum do que se possa pensar e apenas faz gerar ainda mais confusão na cabeça dos portugueses. Nos casos que referi acima, a culpa é, sem dúvida, do terapeuta ou mestre de Reiki que não soube explicar. Contudo, isso gera o "boca-a-boca", o que leva muita gente, que nunca teve qualquer contacto com o Reiki, a tirar conclusões precipitadas e erradas.

 

Ao longo do meu percurso, e com este blog, tento precisamente combater isso, e dar a conhecer o que é, de facto, o Reiki, sem enfeites nem palavras bonitas. Porque o Reiki é isso mesmo: simples.

 

Uma coisa que me deixa inconformada e a pensar, é o facto de, por exemplo, no Brasil, este tipo de terapias serem tão comuns que já ninguém estranha. Pelo contrário, estão incluídas no Serviço Nacional de Saúde brasileiro, um passo que demonstra o alcance e credibilidade que certas terapias complementares, como o Reiki, estão a atingir no mundo.

 

Claro que a mentalidade brasileira é bastante diferente da portuguesa, mas acho que, nestes casos, não deveria haver diferenças, já que a técnica é igual, os benefícios, iguais... Apenas a aceitação é diferente.

 

Da mesma forma, nos EUA, por exemplo, alguns estudos já demonstraram que uma grande fatia da população americana já recorre a terapias e medicinas alternativas antes mesmo de procurar os médicos tradicionais. Isto também não me parece correto, dado que alguns dos casos envolvem cancros e doenças similares, mas é compreensível, pela dificuldade de acesso médico nos EUA e pela facilidade com que as medicinas alternativas ou complementares estão a ser aceites.

 

Então, porque é que em Portugal se continua a duvidar ou colocar totalmente de parte esta realidade? Será por falta de conhecimento? Será por falta de regulamentação? Ou será porque a mentalidade portuguesa, infelizmente, ainda não consegue perceber que há outras opções que nada, repito, nada têm a ver com a bruxarias ou macumbas?

 

Como já disse, não concordo que a medicina dita tradicional seja colocada de parte. Ela tem vindo, ao longo dos últimos anos, a ter avanços notórios e é realmente necessária em muitos casos. Não deve, por isso, ser totalmente colocada de parte, principalmente em doenças mais graves. Mas deve ser questionada, e sim, pode e deve ser complementada com outras terapias, que apenas vão potenciar, muitas vezes, os efeitos de recuperação ou ajudar a aliviar efeitos secundários negativos, como no caso das quimioterapias ou radioterapias.

 

Resumindo, penso que as medicinas tradicionais não devem ser substituídas totalmente pelas medicinas e terapias alternativas, onde se insere o Reiki, mas acho que está mais que provado que são uma mais-valia e que devem ser usadas, seja em complemento, seja para tratar algo que não necessite de cuidados médicos específicos.

 

Até a Organização Mundial de Saúde já aceita as terapias complementares como o Reiki. Vamos lá Portugal. Fomos pioneiros em tanta coisa, vamos deixar-nos ficar para trás agora?

Outra vez a dificuldade dos princípios do Reiki...

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Sim, é verdade. Aqui estou eu com mais um dilema nos princípios do Reiki. Desta vez é o "Só por hoje, sou grato pelas minhas várias bênçãos".

 

Até parece fácil de aceitar, mas, pensando bem, como podemos aceitar certas coisas que nos acontecem na vida? Como aceitar, por exemplo, o falecimento de um familiar, amigo ou animal de estimação? É difícil, certo?

 

Segundo os princípios do Reiki, devemos aceitar essas "bênçãos" porque nos irão tornar mais fortes, ensinar algo ou servir para crescermos. Acredito. Já passei por isso e sei que assim é. Mas custa. Custa muito e na altura em que algo nos acontece, não conseguimos agradecer. Só conseguimos perguntar "porquê?" e a raiva e tristeza falam mais alto. É inevitável.

 

É fácil aceitar as coisas boas que a vida nos dá. Se nos sair o Euromilhões, somos gratos. Se tivermos uma boa notícia, somos gratos. Se temos saúde, somos gratos. Se temos um trabalho fixo, somos gratos. E por aí fora.

 

Mas e as difíceis? Como agradecer as coisas más que nos acontecem ou o mal que alguém nos faz? Como ser grato ao Universo quando parece que o Universo está contra nós?

 

Muitos nos dirão: "tudo acontece por um motivo", "tens alguma lição para aprender com isso", ou "é karma". Quantos de nós já não ouvimos isto? Eu pelo menos ouvi. E aceito. E entendo. Mas custa. Custa muito ser grata por isso, porque isso nos magoa na altura, faz-nos sofrer e, às vezes, até entrar em depressões ou estados emocionais bastante complexos.

 

Custa ser grata por algo que me faz mal. Mas sei que isso, realmente, me faz crescer. Até hoje, tudo o que de mal me aconteceu fez-me ver a vida de outra forma, fez-me crescer, fez-me ser mais justa, fez-se ser mais benevolente com os outros e a ter consciência de que o mundo não é cor-de-rosa, nem que toda a gente é o que parece. Fez-me ver mais do que os meus olhos enxergam.

 

Mas também me fez sofrer, fez-me chorar, fez-me entrar em depressão, fez-me questionar o porquê de tanto sofrimento, fez-me questionar o porquê de viver. Fez-me questionar tudo. E essas questões fizeram de mim o que sou hoje. Na verdade, foi o sofrimento que me levou à mudança. Foi o sofrimento e o questionamento constante do "porquê" que me levou a libertar-me da "nuvem negra" que por cima de mim pairava.

 

Desta forma, colocando numa balança, o que terá mais peso, o sofrimento, ou o crescimento que dele advém? Se calhar, até pode ser o sofrimento, mas acredito que o crescimento é contínuo e que o sofrimento não. E é desta forma que consigo lidar com este princípio. Esperando que o melhor estará para vir.

 

E é isso que me dá alento para continuar, com força, a combater tudo e todos que me faz mal. E a ser grata por isso. Pelo menos, a tentar.

 

O cristal de cada chakra: Jaspe Amarelo

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Diretamente ligado ao chakra do Plexo Solar, o cristal que se segue é conhecido como o "apoio supremo", já que, na cristaloterapia, é usado para unificar todos os aspetos da vida da pessoa. Falo do Jaspe, uma pedra indicada não só para períodos de stress como para alinhar os chakras e a aura.

 

Em termos gerais, o Jaspe facilita também a memória dos sonhos e liga as energias e o corpo à terra, equilibrando os corpos físico, emocional e mental com a terra. É ainda um excelente protetor do smog eletromagnético e ajuda na radiestesia.

 

A nível mental e emocional, o Jaspe incute determinação para a concretização de objetivos e ajuda a ganhar coragem para resolver problemas. Estimula ainda a imaginação e a organização de pensamentos.

 

Apesar de haver vários tipos de Jaspe, com diferentes cores e propriedades (posteriormente, irei abordar outro), o Jaspe Amarelo é especialmente utilizado para proteção durante o trabalho espiritual e a viagem física. Ao canalizar a energia positiva, faz a pessoa sentir-se melhor fisicamente.

 

Além disso, este cristal liberta as toxinas, facilita a digestão e o funcionamento do estômago, sendo, por isso, ideal para quem sofre de problemas digestivos, como gastrites.

 

A nível físico, o Jaspe Amarelo pode também ser usado para pequenas dores, bastando, para isso, colocá-lo na zona onde sente o desconforto.

 

 

O dinheiro e o Reiki

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Como terapia complementar, sem um curso regulamentado ainda, o Reiki ainda é visto com alguma desconfiança e nem toda a gente entende o porquê de uma sessão ter de ser paga.

 

Talvez isto aconteça porque existem locais onde há voluntários a fazer sessões de Reiki. E acho muito bem, mas tem de se ver as circunstâncias. Há casos em que os terapeutas não levam dinheiro, seja em iniciativas de solidariedade, de voluntariado ou apenas porque assim o entendem. É uma decisão de cada um.

 

Contudo, quando um terapeuta se dispõe a aprender algo isso tem custos. E os cursos de Reiki não são baratos. Além disso, a partir do momento que passam a ajudar o próximo, têm de ter as condições necessárias para tal, seja em casa ou num espaço alugado. Tudo isso acarreta custos e tempo, como é lógico.

 

Dessa forma, vejo o pagamento no Reiki como em qualquer outro serviço prestado. Se vamos ao médico, pagamos. Se vamos ao café, pagamos. Se vamos ao ginásio, pagamos. Se temos uma sessão de Reiki, pagamos. Simples assim.

 

Os preços podem variar de facto, e há sítios que "abusam", mas também não sabemos os custos que cada um tem para poder fazer o seu trabalho. E tudo isso tem de ser considerado, a meu ver. Eu própria, caso pudesse, teria um preço mais baixo, mas os custos que tenho não me permitem isso... daí, se calhar, entender melhor alguns preços praticados, embora também considere que há um limite aceitável.

 

O problema, parece-me, é que o Reiki ainda é visto de uma forma errada. Na acunpultura, por exemplo, que já tem outros requisitos e está mais difundida, não vejo ninguém a questionar o porquê de se cobrar dinheiro pelo trabalho prestado. Mas no Reiki é diferente. Porquê?

 

Qual a diferença? Não são ambas terapias complementares? Não são ambas serviços prestados? É algo que ainda me confude...

 

Parece que os portugueses ainda acham que Reiki é como as famosas "bruxas" a quem se vai e se dá o que se quer, e elas dizem o que querem. Nada contra! Mas quero apenas com isto mostrar que não é a mesma coisa.

 

Os terapeutas de Reiki estudaram, e estudam constantemente - pelo menos assim espero - para poder prestar um serviço. E nada mais natural que esse serviço seja pago. Eu própria o paguei antes de me iniciar e não coloquei nenhuma questão relativamente a isso.

 

Mas agora, que estou no meio, deparo-me com situações e comentários que me deixam perplexa. Espero, sinceramente, que a mentalidade portuguesa mude rapidamente.